sábado, 22 de agosto de 2009

Primeiro Promo da 6ª Temporada

Eu nem comentei aqui sobre a saída do George porque seria redundante. Porque eu apóio o T.R., porque eu acho que a mania de mandar e desmandar em todo detalhe inútil da Shonda só atrapalha. Mas isso aqui merece, mesmo, um post:



Nem tem muita coisa interessante/importante, valeu mesmo pela Callie chorando no final. Amei. Setembro, chega logo!!! ¬¬'

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Casting Call do 6x01

Bom, já saiu "O" spoiler, sobre a saída do George O'malley da série. Este agora é o Casting Call do primeiro episódio da 6ª temporada - o que significa que, logo mais, teremos o Press Release e o título do mesmo. Vamulá, um "microspoiler":

[ANDY SMITH] Homem, qualquer etnia. De 18 anos que pareça um de 15, alto, classe média, paciente no hospital. ATOR CONVIDADO, ARCO DE 2 EPISÓDIOS
[PAM SMITH] Mulher, qualquer etnia, entre 30 e 40 anos, sociável, classe média, mãe do Andy. ATRIZ CONVIDADA, ARCO DE 2 EPISÓDIOS.
[CLARA] Mulher, qualquer etnia, 19 anos, envolvida no acidente. Deve ser estrangeira com sotaque real e ter papéis de trabalho. ATRIZ CONVIDADA, ARCO DE 2 EPISÓDIOS.
[JASMINE & JO] Mulheres de qualquer etnia, 19 anos. Garotas magras, felizes, e comuns viajando pelos States. Devem ser estrangeiras com sotaques reais e terem papéis de trabalho. ATRIZES CONVIDADAs, ARCO DE 2 EPISÓDIOS.
[PADRE] Homem, padre católico, qualquer etnia, 60 anos. CO-ESTRELA.

Uiuuuuu, arco dramático já no primeiro episódio! \o/

sábado, 30 de maio de 2009

Adeus ao 007?


Saiu, no Just Jared e no Grey's Anatomy BR, um rumor um tanto curioso sobre George O'Malley...

Já disse Marc Malkin, do E!Online, e agora o veredicto final está saindo por várias fontes - T.R. Knight poderá NÃO voltar para Grey's Anatomy.
Shonda tem negado veementemente os rumores sobre a morte do cirurgião traumático, e disse, em seu twitter: “Ouvi um rumor sobre George hoje. Dizia que TR seria mudado (por cirurgia plástica), mas nós ainda teremos o George”
Ou seja: o dr. O'Malley, como o conhecemos, foi-se. Pelo menos é o que acho. Se eles não vão matá-lo, a última saída possível seria trocar de ator por causa da reconstrução facial...

domingo, 17 de maio de 2009

O 100º e o season finale

Ok. Como tenho muita coisa para comentar ainda hoje, vou diminuir o plano de dois posts para cada episódio para apenas um. Vamos por partes...

O episódio de número 100 de Grey's Anatomy é um marco na história da série. Justin Chambers e Katherine Heigl não poderiam ter recebido destaque maior - e melhor. Todo mundo estava ansioso, achand que seria o tão aguardado casamento de Mer e McDreamy, mas a dra. Grey decidiu ceder a cerimônia à amiga com câncer - atitude altruísta que, se tivesse sido há algumas temporadas atrás, talvez nem teria acontecido.

Vemos a volta de Denny Duquette às alucinações de Izzie, e a narração dela - que nos leva a acreditar que o casamento do McCasal foi perfeito, mas nem foram eles a se casar. E vamulá, foi muito lindo Karev pegando o discurso de formatura de sua paciente para usar como os votos.



Já o season finale duplo noa apresenta o 5x23 "Here's To The Future" e o 5x24 "Now or Never". Ambos ótimos, mas o 2º é melhor. Em "Here To The Future", tivemos vários bons momentos, como o Chief tentando convencer Bailey a voltar para cirurgia geral com as máquinas (e ala imitando os barulhinhos dos Tasers de Star Trek e dos Sabres de Luz de Star Wars), Meredith tentando convencer Izzie a não fazer a cirurgia, Callie cortando uma perna saudável e O'Malley se alistando no exército - o que teve consequências alarmantes no episódio seguinte.

Em "Now or Never", Izzie se recupera da cirurgia, mas sua memória dá um "reset" a cada 5 minutos, o que tirou o já estressado e descontrolado Karev do pouco de sério que lhe restava. E George conta a todos sua decisão de ser cirurgião traumático no Iraque, e o pessoal decide fazer um retiro na cirurgia dele às 6h para impedi-lo de fazer isso. Neste meio-tempo, Mer, Hunt, Torres, Little Grey e McSteamy tratam de um desconhecido que se impediu que uma mulher fosse atropelada por um ônibus... O que ninguém adivinhou é que o tal carinha era o George O'Malley!!! "Double-o Seven"!!!!!!!!! A sequência final foi, tipos, OMFG! Izzie e Georg se encontrando no elevador do além! El com o vestido do Denny, e ele, com farda. Simplesmente genial.

Novamente a tia Shonda usa e abusa da crueldade para com os fãs. Até Setembro para descobrirmos quem morreu. Ai-mel-dels.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Private Practice 2x22 Yours, Mine and Ours

Poderia ter sido uma obra-prima. Poderia ter tido grandes momentos. Poderíamos ter um pouco mais de emoção neste episódio. Poderia ter fechado a janela do Media Player Classic e ter dito "meldels, 4 meses até Addie e cia. me verem de novo." Mas não. Uma péssima condução de roteiro quase conseguiu estragar um episódio que tinha tudo para ser maravilhoso. E, de certa forma e em sua essência, foi. Mas só um pouco.

A trama toda com o Dell me irrita. Sim, ele é bacana, e sim, gosto dele. Mas não dá para ficar batendo na mesma tecla esse tempo todo, né Shonda? Ok, sabemos que ele tem problemas com a ex drogada e que ama a filha, e tudo o mais. Mas não funciona, de forma alguma, dar ao personagem uma essência que ele simplesmente não tem. Não funciona em Private, não funciona em Grey's, não funciona em série alguma.

Addison é o maior problema da série. Sim, acreditem. Apaixonar-se pelo amrido de sua paciente??? Sempre que se sente entediada num relacionamento, ou que as coisas não vão muito bem e que aproveita-se da atração física para satisfazer suas necessidades, as coisas acabam mal. Para ambos os lados - ela e o pobre coitado que estiver no caminho.

Não gosto de Naomi. Ok, melhor amiga da Addison. Ok, dona da clínica. Mas é uma mala irritante e desgastante. Idem para Sam. Mas foi um ato de "coragem" impensável, até mesmo para Sam, declarar-se para Naomi (ou seja: dizer mais do mesmo) na vã esperança de fazê-la permanecer na clínica. E, ainda assim, acredito que será totalmente em vão a tentativa.

Mas o que "bombou" o episódio mesmo foi Violet Turner. Das duas escolhas plausíveis, somente Pete seria aceitável. Ou, em outras palavras, a menos pior. E aí, quando pensamos que a felicidade baterá na porta, é a paciente psicótica. Deu um baita dó, ver que quando ela decide optar por ser feliz, a desgraça aparece para tirar-lhe o filho. E a maior desgraça foi ficar imóvel, sem opção alguma, desprotegida e desprovida de alternativas. Sem Cooper, que pela primeira vez escolheu Charlotte, a namorada, ao invés de Violet, a melhor amiga. E, pela primeira vez, essa foi, sim, a escolha errada a se fazer.
Foi muito cruel e igualmente desumano a forma como Shonda Rhimes desenvolveu essa parte do episódio. Amy Brenneman precisa, muito, de um Emmy, ou um Golden Globe. (empata com a Paget Brewster no meu hall de merecedores que nunca ganharão) Foi simplesmente agoniante a dor da personagem, a ter que asistir o filho ser arrancado de si e, ainda por cima, ter que instruir a maluca interpretada pela Amanda Foreman a tirar o garoto com segurança dali.
Daqui a pouco, comentários do 100º episódio de Grey's Anatomy e seu season finale!

terça-feira, 5 de maio de 2009

"Not Good At Saying Sorry (One More Chance)"



O 99º episódio de Grey's Anatomy mostra-nos o que parece ser a redenção da série, de volta aos velhos paciente-metáfora, e com mais destaque para Meredith do que jamais teve.

Ainda que fosse a protagonista, Meredith Grey nunca teve o mesmo tipo de destaque que Izzie Stevens. Ou mesmo Christina Yang. Ainda que a série ostente seu nome, Meredith nunca fez o tipo "protagonista". Recebia as tramas principais, mas nãoas desenvolvia da mesma forma que Izzie e Christina, a ponto de tornarem-se mais cruciais para a trama do seriado em determinados momentos que a própria protagonista.

Mer é o oposto de Benjamin Linus (Lost) e Emily Prentiss (Criminal Minds). Ambos não são os protagonistas das séries que participam, nem sempre possuem uma trama que lhes dêem destaque. Mas quando o fazem, Michael Emerson e Paget Brewster têm a admirável capacidade de humilhar o resto do elenco em questão de atuação. E quando têm maior destque que os demais, seus episódios cêntricos ficam MUITO acima da média da temporada da série.

Meredith arrasou neste episódio. Superou todas e quaisquer espectativas que eu tinha acerca a promessa deste episódio. A paciente-metáfora da vez foram uma garotinha e sua mãe, ambas vítimas de violência doméstica. A garota, pasmem, atirou no próprio pai 17 vezes! DEZESSETE. Assim que a vi perguntando para a big Grey, pensei "PLÁGIOOO!!! Criminal Minds mostrou um garotinho psicopata uma semana antes". Mas conforme as coisas iam se desenrolando, deu pra ver que o quê de plágio que eu havia detectado era, na verdade, uma bela dose de criatividade que estava faltando há um bom tempo (leia-se meia temporada).

Mas o melhor do episódio foi o Chief. Não aparece muito, e quando aparece, tem a reles função de detonar tudo. Era, claro, fácil apoiar Meredith nessa "briga" - afinal o affair entre Chief e Ellis destruiu a infância dela. Mas ao esclarecer seu ponto de vista, e ao mostrar a Grey que se importava, tornou tudo muito mais fácil.

O reencontro de Thatcher com Lexie e Meredith foi simplesmente o cúmulo. O personagem é capaz de causar uma verdadeira reviravolta na série quando aparece, mas parecia simplesmente impossível que rendesse. O resultado foi a reação de Mer com seu caso - defendeu a menininha porque é o que gostaria que tivessem feito com ela - e a consolidação do affair entre a little Grey e Mark McSteamy como algo sério.

A relação de Callie e Robbins foi outro caso clássico de pacientes-metáfora. Com a "Willow" (para quem não sabe, é "Carvalho"), Torres deu-se conta de que certos sacrifícios deveriam ser feitos a prol de um bem maior. Se ela ainda quisesse pagar o próprio aluguel, n]ao custaria nada mentir sobre o relacuionamento com Arizona. Afinal, já vimos mentiras maiores na série...
Mas o melhor foi ver O'Malley voltar, definitivamente. Mas a vítima da evz foi Yang. No último episódio, foi Karev. Acredito eu, não é necessário detonar um personagem para que outro cresça. Com um elenco talentoso e um roteiro bom como é o de Grey's Anatomy, pode-se ter ao mesmo tempo flexibilidade e destaque.
Então... That's All Folks!
(P.S.: Vou fazer aqui uma review do season finale de Private Practice, pois é o spin-off de Grey's, o episódio foi até bacaninha, e porque eu acredito que hajam leitores deste blog que também gostam de PP)

domingo, 26 de abril de 2009

"Sweet Surrender" - Voltando aos trilhos


Desde o crossover, é muito notável a melhora desta temporada. E este episódio foi, definitivamente, o ápice. Ainda que não tenha sido tão bom quanto o anterior, marcou a volta de Grey's à sua velha forma.

A primeira coisa foi a volta de George O'Malley, que há muito estava mais apagado que foto velha. A rixinha entre ele e Alex por Izzie volta a tona e serve de estopim para a situação do paciente homicida. No final, inclusive, vemos o que poderia ser uma derrota de Karev perante O'Malley acerca a situação de Izzie. Segundo ele, George age melhor sob pressão, o que poderia abrir parênteses para uma diferente interpretação: O'Malley seria melhor ao lado de Izzie nesse período difícil do câncer e coisa e tal do que Karev, que corre seriamente o risco de surtar por qualquer coisinha.
Outro ponto interessante foi a volta do pai de Callie. O cara é maluco mesmo! Queria levar a filha de volta para Miami, do nada, simplesmente por não aceitar o namoro dela com Arizona Robbins. E as sequências dela gritando desesperada, alternando-se entre inglês e espanhol, foram um meio-termo entre hilárias e medonhas.
Mas o melhor foi a interação Izzie-Meredith-Christina-Lexie. Izzie, mesmo com o câncer e talz, insistiu em organizar o casamento de Mer e Der. E os vestidos... "Aiiii, que cute!". Morri de rir com os fingimentos de Izzie, porque sabia que era falso, claro. E ver a cara de desespero de Yang, toda atenciosa, era simplesmente hilário.
Lexie usou a comida como uma válvula de escape para a rivalidade entre McDreamy e McSteamy, que já estava beirando o cúmulo do ridículo. Acoisa toda acabou, claro, quando Meredith pôs um pouco de vergonha e bom-senso na cabeça dos dois quando Shepherd decidiu chamar o Chief para ser o padrinho.
Mas o mais emocionante do episódio foi, com certeza, a paciente de Bailey. Se alguém não chorou, shame on you. E tudo aquilo que Robbins falou no final é pura verdade - aquilo foi heróico e, por mais que o marido dela não se convença da importância da mudança de Bailey para a cirurgia pediátrica, aquilo é muito mais que cortar, e ela sabe disso.
Enfim, espero que o próximo episódio seja tão bom - ou talvez melhor - que "Sweet Surrender".